Sexta Literária

Só pra Você Saber, Eu Não Esqueci Você

By on junho 27, 2017

*Algum filho-de-Deus-perfeito menciona seu nome*

Girl blinks as she tries to keep a straight face.
Buzzfeed

“Quem?,” ergo as sobrancelhas — ora, sarcástica, ora, cara de pau. “Não conheço ninguém com esse nome.” Olhe que mentira tem perna curta, penso logo depois. Nem sou tão boa atriz assim, nem faço questão de ser. Só quero deixar bem claro: embora “não te queira mal, não te quero mais.” Nem se, por milagre ou bruxaria, você mudar de ideia. “Nem pintado de ouro!”, digo a quem quiser ouvir.

Entendeu? Escute-me direitinho para não deixar mal-entendido. Da última vez que nos vimos, fui àquela festa por ir, me embonequei para a outra eu dentro do espelho, sequer sabia que você tinha sido convidado. Quando verifico quem visualizou meus snaps, é por mera curiosidade, não para saber se minha existência passa pela sua cabeça; por acaso, sem premeditação ou propósito — diferente de quando relembro-me da sua. Quando pergunto por você, é por educação, não porque me pergunto “se está bem ou gostando de outro alguém.” Ah, e as aparentes indiretas não foram para você, foram para outro, que, por 10 minutos mas não de uma vez por todas, fez com que você sumisse.

Giphy

 Você comprou isso aí? Deus sabe que eu, apesar de tentar de verdade, ainda não consegui. No final das contas, não quero que você pense que te esqueci, nem por um microssegundo. Vai que, um dia desses, você dá a louca e contraria as expectativas minhas e do resto do mundo. Só queria que eu pensasse que te esqueci. Internalizasse a última fase do luto, a aceitação — afinal, falhei miseravelmente na negação. Queria que, quando alguém mencionasse seu nome, minha paz não se esvaísse e meu humor não se tornasse imprevisível e minha mente se ocupasse com qualquer outra coisa

Veja bem, meu bem, até onde você sabe — ou até onde eu sei —, nunca senti nadica de nada por você. Se senti, o sentimento decaiu com o tempo, como o seu por mim. Não te culpo. Talvez você me culpe pelo meu orgulho mal-disfarçado de dignidade, mas espero que não. Espero que — ainda que não admita nem para si mesmo — você não tenha se esquecido de mim.

21 de junho de 2017

Então, ‘bês, o que acharam da 1ª Sexta Literária do Lua Post? Se gostaram, não se esqueçam de curtir e compartilhar 😉

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Lifestyle | Produtividade

Porque Talento Não Importa

By on abril 3, 2017

Olá, benzinho. Você se acha talentoso? Pense um pouquinho, pode não ser um talento convencional (como o artístico ou o esportivo). Se sua resposta foi sim, você já tem meio caminho andado. Se não, pense mais um pouquinho. Ainda não? Leia o nº 9 e volte. 

      Peraê, mas o que é talento? Segundo o dicionário Merriam-Webster, um dom. Veja bem, não é que  o talento seja inútil ou desnecessário, só é definitivamente superestimado. E por quê?

1. Antes de mais nada, ele existe mesmo?

Em vez de talento, que tal chamar de pré-disposição ou facilidade? Dê uma stalkeada em quem você considera talentosa. Se ela é, digamos, música, provavelmente ela tinha facilidade e interesse melhorou a técnica ao longo do tempo até ser o que você conhece. 

Você é talentoso? Sim? Ainda há um longo caminho pela frente. Não? Tem certeza?, http://wp.me/p5PoBH-1Vg
(bestgifs.makeagif.com)

2. Todo mundo (ou quase) só acredita vendo.

De que adianta você desenhar retratos hiper-realistas com batom se ninguém nunca os viu? Se você não quer transformar seus talentos em carreira, de boas. Caso contrário, não espere, faça com que seu talento seja descoberto. 

Você é talentoso? Sim? Ainda há um longo caminho pela frente. Não? Tem certeza?, http://wp.me/p5PoBH-1Vg
(thenewswheel.com)

3. Você não necessariamente quer exercer todos os seus talentos.

Uma amiga minha escreve poesia belissimamente mas, até onde sei, apenas como hobby (o que faz os olhinhos brilharem mesmo é, imagine só, física.) Até quando pensamos no que  diabos queremos ser, talento é só a pontinha do iceberg

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Eu faço o que eu quero. (photobucket.com)

4. Talento por si só não adianta tanto assim

E de nada  adianta você ter um talento maraviwonderful se você nunca colocá-lo em prática. Seja lá quem você considere talentosa, você só o faz por causa do que ela produziu. Se ela nunca tivesse produzido nada, mesmo talentosa, você nem saberia quem ela é.

Você é talentoso? Sim? Ainda há um longo caminho pela frente. Não? Tem certeza?, http://wp.me/p5PoBH-1Vg
(tenor.co)

5. Talento é matéria-prima, não produto final.

Talento não pode ser ensinado (nem aprendido), você nasce com ou sem ele. Ou seja, se você nasceu sem (ou ache que sim), é o fim da linha? Não necessariamente. O talento é apenas um empurrãozinho, eu acredito que todo mundo pode aprender qualquer coisa com trabalho duro o suficiente. A pergunta é: você está disposta?

Você é talentoso? Sim? Ainda há um longo caminho pela frente. Não? Tem certeza?, http://wp.me/p5PoBH-1Vg
É trabalho duro ser uma estrela. (desconhecido)

6. E não é igual a habilidade.

Para tornar seu talento uma habilidade, você precisa aprender uma ou mais técnicas e praticá-las. Por exemplo, você não tira nota alta no ENEM por ser a reencarnação de Tolstoi e sim porque tirou  a técnica de letra e ainda deu uma palhinha da sua criatividade.

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(reactiongifs.me)

7. Aliás, não podemos depender dele.

Meu bem, não espere até ser supertalentosa para ir atrás dos seus sonhos. Vá agorinha mesmo, imperfeita e levemente amadora, e aos poucos, você melhora,  você vira expert, com a experiência. Provavelmente não será fácil, mas não pense ah, meu Deus, nunca vou conseguir, não importa o quanto tente. Só continue.

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Continue. (giphy.com)

8. Pessoas ultra-mega-super talentosas são raríssimas.

Exceções, como os guris de 5 anos que resolvem equações de 5º grau ou pintam uma obra-prima em 10 minutos, existem, mas imagine se o mundo dependesse desses ser-humaninhos  para mudar. Felizmente, existem muitos de nós.

Você é talentoso? Sim? Ainda há um longo caminho pela frente. Não? Tem certeza?, http://wp.me/p5PoBH-1Vg
(giphy.com)

9. Todo mundo tem algum talento.

Talvez você ache que tô falando… quer dizer, escrevendo isso só por bondade. Nem tô. Pode não ser um talento convencional, mas tenho 100% de certeza de que existe alguma coisinha que você faz bem. Portanto, a partir de hoje, saiba que, quer você ignore-o ou leve-o adiante, existe um tesouro escondidinho dentro de você. 

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(m.popkey.co)

E aí? Qual o seu talento?

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Lifestyle

Sobre ser pseudo-adulta

By on março 9, 2017
Não sabe quem é ou quer ser? Não está pronta? As coisas não mudaram tanto quanto ou como você gostaria? Bom, agora você tem de virar gente, por bem ou por mal, http://wp.me/p5PoBH-1QT
Diga adeus aos corredores e aulas. Diga olá a um emprego e os impostos. (degrassi.wikia.com)

De repente, não mais que de repente (x), você está LIVRE. À primeira vista, você só está aliviada — a felicidade e o orgulho estão em 2º plano. Então, aos pouquinhos, a ficha cai. Chegou o seu momento. Isso mesmo, aquele tão sonhado, o motivador da sua impaciência, a luz do fim do túnel, a desculpa-mor para você não ter “começado a viver” ainda. Mas Sua adolescência já deu o que tinha de dar, of coze, mas ainda tem uma partezinha sua que se sente como se tivesse pulado de uma época para outra sem mais nem menos. 

        Aliás, falando em adolescência, você pode até ter orgulho de si mesmo ao olhar para trás, mas a medida que começa a se identificar mais com seus pais do que com seus irmãos mais novos, adolescentes te dão nos nervos. Tão ingratos, são felizes e não sabem. Quaaando eu era adolescente (tipo assim, ontem)mesmo quando tudo dava errado, eu ainda podia fechar meus olhinhos e imaginar… quando acabar o Ensino Médio, eu vou morar fora, vou passar em medicina de primeira, eu e o crush finalmente ficaremos juntos…  vou… vou… 

          E… não foi. Passei no curso que queria mas não saí da minha cidadezinha, as coisas não mudaram tanto quanto ou como eu gostaria. É impossível voltar no tempo, e você não o faria se pudesse, mas até que entende Peter Pan. Você se pega morrendo de vontade de dar uma passadinha na sua antiga escola, feliz até de se bater com de quem você não era lá muito fã, desesperada por algo familiar, algo que não mude, não acabe… por um futuro que permaneça utopia, não que vire presente e te deixe sem a menor ideia do que vem a seguir. Nada saiu como o planejado algumas vezes, quem disse que dessa vez sairá? (In)felizmente, todas as suas certezas desabaram como um castelo de cartas e você só sabe que nada sabe. 

Não sabe quem é ou quer ser? Não está pronta? As coisas não mudaram tanto quanto ou como você gostaria? Bom, agora você tem de virar gente, por bem ou por mal, http://wp.me/p5PoBH-1QT
Ninguém disse que seria fácil. Ninguém disse que seria tão difícil. (rebloggy.com)

          Mas você tem de virar gente, por bem ou por mal. Bem-vindos ao melhor reality show de sobrevivência de todos os tempos! Não sabe quem é ou quer ser? Não está pronta? Só lamento. O tempo não para. E quando você pensa “talvez ano que vem…“, o pensamento que segue é “e se for tarde demais?“. Você tem pressa de viver mas morre de medo. Do fracasso? Do sucesso? Dos 2. Dê adeus de uma vez à vida que você tinha antes e assuma logo a vida que você tem agora.

            Lá vai você: casquinha após finalmente aprender que dinheiro não dá em árvore, agradecendo de só ter de pegar 1 busão mesmo que ele dê a volta na cidade, não desejando nada além de colo e alguém que resolva seus problemas por você… nervosíssima porque suas desculpas acabaram. Você não ia bem na escola porque tinha de estudar o que não gostava? Bom, você que escolheu seu curso, não é mesmo? Tem certeza de que esses são seus sonhos, caros e trabalhosos? Lembre-se de que você de fato vai ter de realizá-los.

       E seus amigos? Cada um foi prum lado. Uma foi morar em outro estado, outro está dando duro no cursinho e esquece de te ligar por causa dos pesadelos com o primo-da-irmã-da-amiga-do-vizinho que passou na UFMG de primeira, outra posta um monte de fotos com a galera da faculdade, mas você ainda fala com eles, os ama como se vocês ainda se vissem todo dia… mas até quando? O quanto da sua antiga vida você tem de perder para ganhar a nova? E, se você é como eu e nem tem um emprego ou 18 anos (ou seja, literalmente uma pseudo-adulta), a nova vida nem é tão nova assim. Não é que “Mesada” e “permissão” não saíram do seu vocabulário, só que “autoescola” e “salário” ainda não entraram.

        Calma, é assim mesmo, é natural, todo mundo passa por isso, você vai conseguir. Sei disso não… mas vai, ‘viu? Só parece mesmo que está todo mundo bem-resolvido e feliz da vida. Logo logo você se acostuma e passa a ser uma adulta propriamente dita. Não é o tipo de transição que tem data para começar e para acabar, é um processo meio longo. Mas, se você sobreviveu à adolescência, pode sobreviver ao que vem por aí. Acredite. 

Monica and Rachel from Friends.
Bem-vinda ao mundo real! É uma droga. Você vai amar! (niftyfilm.com)

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Dicas de Estudo

Sites que oferecem cursos online gratuitos

By on fevereiro 8, 2017

Olá, queridos. Como vocês provavelmente já sabem, quase nunca nem sempre cursos presenciais (aqui ou acolá) saem em conta. Felizmente, muitas instituições (não necessariamente de ensino)  oferecem, no seu próprio site ou por meio de plataformas, cursos os quais você pode acessar só se cadastrando. Mas como a vida não é um mar de rosas, vou logo te avisando… 

uer aprender um pouco mais sem gastar nada? Confira esses sites que oferecem cursos online sobre os mais variados assuntos, http://wp.me/p5PoBH-1NG

            Mesmo assim, vale a pena conferir esses sites:

Cousera

Como universidades do mundo inteirinho disponibilizam cursos no Cousera, não apenas os cursos vêm em vários idiomas bem como as legendas. Os cursos não oferecem certificados na versão gratuita, mas você pode pedir auxílio financeiro ao se matricular. Lembrando que os cursos são em sessions (carga horária na descrição do curso), então cuidado para não perder os prazos. Felizmente, se você não conseguir acompanhar uma session e se matricular na próxima, você pode começar de onde parou.

cousera

Veduca

No Veduca, os cursos não são apenas de universidades, organizações como a Fundação Lemann, o Google e até o TED também oferecem cursos. Eles não são em sessions e tem 2 tipos: as Aulas Livres (que são, simplesmente, aulas disponibilizadas online) e os MOOCs (que são, de fato, cursos online com direito a material para download.) Além disso, os certificados são grátis.

Quer aprender um pouco mais sem gastar nada? Confira esses sites que oferecem cursos online sobre os mais variados assuntos, http://wp.me/p5PoBH-1NG

EdX

O EdX é parecido com o Cousera — os cursos são de session em session e o certificado é pago —, mas tem mais variedade. A boa notícia é que você tem acesso ao material do curso mesmo depois do término da última sessionAlém disso, você pode fazer download do transcrito da vídeo-aula caso, por exemplo, esteja sem fones de ouvido ou aprenda melhor lendo do que escutando.

edx

Sites de universidades estrangeiras

Algumas universidades (como Stanford, Harvard e o MIT), além de usar plataformas como as citadas acima, disponibilizam cursos online em seus próprios sites. No de Harvard, os cursos não são em sessions, mas nenhum gratuito tem certificado. Já no de Stanford, os cursos continuam disponíveis depois que termina a session e o certificado é gratuito.

Quer aprender um pouco mais sem gastar nada? Confira esses sites que oferecem cursos online sobre os mais variados assuntos, http://wp.me/p5PoBH-1NG

 

Ou de brasileiras.

Algumas universidades brasileiras (exemplos: FGV, UNICAMP, ESPM, e UNESP) oferecem cursos online grátis que não são em session e algumas oferecem certificados gratuitos. Recomendação: a FGV oferece cursos de finanças que vão de Como Economizar em Tempos de Crise a Como Planejar a Aposentadoria.

fgv

FutureLearn

O FutureLearn faz parte da OpenUniversity (uma organização britânica que oferece educação superior à distância). Os cursos são em sessions alguns oferecem certificado de graça. Eles são oferecidos tanto por universidades quanto por instituições como o Parlamento Britânico e a UNESCO. Só tem um porém: os cursos são em inglês e, até onde explorei, não tem legendas em português.  

futurelearn

Se joguem, queridos! Você conhece mais algum site que oferece cursos online gratuitos? Você já usou algum desses? Se sim, o que achou? 

 

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Lifestyle

O que você aprendeu em 2016?

By on janeiro 6, 2017

A finalidade desse post não é fazer uma retrospectiva. Todo mundo lembra perfeitamente bem de 2016, muito obrigada. No entanto, antes do momento Let It Go e das promessas para esse ano, faça uma mini-retrospectiva pessoal: seja com seus erros ou com os de outros, o que você aprendeu no ano passado? Mudou muito ou só um pouquinho? Como ser um(a) nova você, melhor, nesse ano? E a clássica: quais foram as promessas não-cumpridas? 

       Eis a minha resposta: o que yo aprendi durante o ano que finalmente acabou.

1) Pare de tentar controlar tudo.
Se você for como eu, gosta que tudo corra EXATAMENTE como o planejado e de surpresas que sejam cenas extras e não reviravoltas no enredo, mas não é assim que a banda toca e seria BEM sem-graça se fosse. Algumas reviravoltas são MUITO mais favoráveis do que a ideia original.

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Por essa eu não esperava. (weheartit.com)

2) As coisas não acontecem só porque você quer.
Exceções à parte, mas a ÚNICA coisa que cai do céu é água. Se você quiser uma coisa, faça tudo o que tem de fazer para consegui-la. Sonho não paga as contas, trabalho duro sim. Além disso, tem coisas que você não pode mudar nem com reza braba, ou seja…

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Não importa como. Quero agora! (tumblr.com/tagged/julie-dawn-cole)

3) Não chore pelo leite derramado.
(i.e. se você e o crush não derem certo, em vez de sacrificar sua dignidade pra Adele, crie uma conta no Tinder) O que passou, passou. Em vez de perder tempo se lamentando pelo que já deu errado, tire de letra o que ainda pode dar certo. 

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Desafio-vos, estrelas! (dailyedge.ie)

4) Roma não foi construída em 1 dia.
Se vocês leram a tragicomédia do nascimento do LuaPost, sabem do que tô falando. Se não.. você não precisa realizar TODOS os seus sonhos nesse ano. Por exemplo, supondo que você queira estudar no exterior mas não tenha dinheiro o suficiente no momento, é melhor esperar e fazer uma pós ou acabar a graduação envidada até o último fio de cabelo?

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
“E agora esperamos?”  “E agora esperamos.” (gemini-dragon-gifs.tumblr.com)

5) Além do mais, você não é obrigada.
Meu bem, você não precisa ser médica, engenheira ou advogada se você quiser fazer BI de artes. Você não precisa ser a melhor, se encaixar nos padrões de beleza, seguir o script namorar-casar-fazer-bebês, gostar disso ou daquilo… seja você mesma e seja feliz.

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
(reactiongifs.com)

6) Seja, no mínimo, educada.
Você não é obrigada a gostar de todo mundo (se pá, isso é impossível), mas ser grosseira vai te fechar muitíssimas portas. Você não vai conseguir evitar todas as pessoas das quais você desgosta, e, algumas delas serão colegas do trabalho ou de classe, mozões dos amigos, chefes ou professores, então tenha inteligência emocional. Além disso, nunca se esqueça: gentileza abre muitíssimas portas. 

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
(vomzi.com)

7) Nunca diga nunca (ou quase.) 
Meu bem, você não sabe o dia de amanhã. O mundo dá voltas e, nem sempre, você vai tar por cima. Em 2016, 60% das minhas certezas sobre o futuro desabaram como um castelinho de cartas. Trate todo mundo como ser humano e não menospreze ninguém. E esteja aberta ao novo, sempre.

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De jeito nenhum! (gurl.com)

8) O tempo passa mais rápido do que você imagina.
Não procrastine, não deixe nada pra última hora, não adie a sua felicidade ou os seus sonhos para o ano que vem, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje… “tarde demais”, infelizmente, é raro mais existe.

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
(x)

9) O que você é e o que você tem são suficientes.
NUNCA atribua seu valor como ser humano e profissional a fatores externos (a outra pessoa, a onde você fez faculdade, a o que dizem por aí sobre você), então nunca atribua seu sucesso ou sua felicidade a eles também. Portanto, seja agradecida a quem você é e ao que você tem. Considerando tudo que aconteceu em 2016, podia ser muito pior…

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
Você é suficiente(wifflegif.com)

10) Nada de autosabotagem.
O medo de falhar/acabar não é, nem de longe, um bom motivo para não começar. Você supera um término ou um fracasso, pode até demorar, mas o que PODERIA ter acontecido vai te assombrar por muito mais tempo. Então, pare de ser trouxa e dê um chute na bunda do medo.

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
Você consegue, man. (thirstt.com)

11) Saia da sua zona de conforto.

Pode ser que você, de fato, esteja confortável, pode ser que não e você só esteja com medo. Seja lá qual for o seu caso, faça algo novo todo santo dia e não resista a ser tirado da sua zona de conforto (só vai tornar o inevitável mais incômodo.) 

Antes de se perguntar o que o ano passado foi para você, pergunte-se: o que você foi para o ano passado? http://wp.me/p5PoBH-1Kg
Essa é a sua zona de conforto(yourtango.com)

Um felicissímo ano novo para vocês, queridos! Voltem sempre. E pra você, 2016 foi mais tragédia ou comédia? Já fez suas reflexões? 

*Imagem em destaque do StockSnap.io

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Críticas

Crítica: The Crown

By on novembro 21, 2016

thecrown_keyart_us.jpgThe Crown foca na Rainha Elizabeth II como uma recém-casada de 25 anos que enfrenta a assustadora perspectiva de liderar a monarquia mais famosa do mundo enquanto molda um relacionamento com o legendário primeiro-ministro, Sir Winston Churchill. O Império Britânico está em declínio, o mundo político está em desordem, e uma jovem assume o trono… o amanhecer de uma nova era. Os roteiros magistralmente pesquisados de Peter Morgan revelam a jornada privada da Rainha por trás da fachada pública com ousada franqueza. Prepare-se para ser bem-vindo ao cobiçado mundo de poder e privilégio por trás das portas trancadas de Westminster e do Palácio de Buckingham… os líderes do Império aguardam (Netflix.)

  Olá, queridos. Comecei The Crown assim que saiu, esperando uma mistura de Downton Abbey — que, lá no fundo, você acha monotóno mas não consegue parar — com Escândalos Reais. Se foi tudo o que eu esperava? Sim. Se foi só isso? Não. Por exemplo, não cabe a mim julgar a realidade na qual eu não vivo, mas rolou um choque cultural.

Parte #1: segundo a avó da rainha, também-Rainha Mary (que me lembrou um pouquinho Dowager Countess Violet, de Downton Abbey), “A monarquia é a missão sagrada de Deus para agraciar e dignificar a terra, dar às pessoas comuns um ideal a ser alcançado, um exemplo de nobreza e dever para elevá-los nas suas vidas infelizes.”

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     Parte #2: rainha do United freaking Kingdom só sabia a Constituição do país. E, segundo a Rainha-Mãe, essa é a única educação que importa.

Embora o Absolutismo seja um negócio tensíssimo, a Monarquia Parlamentarista é, na verdade, um sistema de governo bem interessante (se você tiver dinheiro pra bancar, claro.) O conflito monarca vs. pessoa também é interessantíssimo. Por um lado, como escreveu John Green em Cidades de Papel, “que coisa traçoeira é acreditar que uma pessoa é mais do que uma pessoa.” Mas, por outro, ninguém quer um ser humano falho como líder, todo mundo quer uma personificação de ideais.

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Parte #3: o tratamento dado a divorciados, e ao Duque de Edimburgo (marido da rainha.)

A Família Real e a Igreja Anglicana não queriam que a irmã mais nova da rainha, Margaret (bastante personalidade, uma das melhores personagens), casasse com o homem que ela amava porque ele era divorciado, mesmo com a opinião pública a favor dels. Além do tio da rainha, que abdicou do trono e foi exilado para casar com uma americana divorciada. Quanto à Philip, ninguém gostava dele porque a monarquia na Grécia havia caído. 

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Tá bom, então.

      Parte #4: “os britânicos levaram civilização à África que, anteriormente, só tinha selvagens.”

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Sobre Philip perguntando ao chefe de uma tribo “onde ele havia comprado aquele chapéu.”

Doeu, de verdade, ver os africanos acenando para Elizabeth e Philip como se ela fosse, bom, a rainha deles.

Mudando de assunto… foi bem interessante a maneira como o seriado tratou o conflito de Philip por ele ter tido de desistir da carreira e não ter podido passar o sobrenome para os filhos, uma vez que ele talvez fosse o único homem do Reino Unido nessa posição. 

      Winston Churchill (ele que me perdoe, mas o ator do seriado era fofíssismo, assim como a intérprete de Lady Churchill). Não deu pra não simpatizar com o conflito dele: envelhecer mas não querer de jeito nenhum parar de fazer o que sempre fez, mesmo com todo mundo aconselhando o contrário.

Recomendo? Rapaz… a atuação do elenco, os cenários, é tudo topíssimo. Se você gostar de dramas em geral — históricos, principalmente —, sim.

Classificação: ★★★★

Você assistiu? Me conte o que achou. 

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Lifestyle

Superando a bad em 10 passos

By on outubro 9, 2016

Antes de mais nada, não há nada de errado em você se encontrar nesse estado. Pode até ser que haja pessoas com problemas mais sérios do que o seu, mas isso não quer dizer que os seus problemas não são importantes, ou que você é fraca ou que sua reação não é válida. Você é simplesmente um ser humaninho. As pessoas são diferentes. Estamos entendidas?

Muito bem. Vejam bem, as coisas do ❤ são muito mais inexatas do que obras de arte surrealistas, então não existe uma fórmula mágica para sair da Bad, permitam-me, então dar algumas dicas.

1. Curta a Bad um pouquinho.

Enterrar seja lá o que causou a Bad (chamaremos de O Motivo) pode ser uma solução à curto prazo mas tudo que vai volta. O Motivo pode nem ser mais tão importante assim, mas todas as reflexões que você deveria ter feito e todos aqueles feelings (traduzindo: sentimentos) dos quais você conseguiu se distrair voltam e com juros. Então, acabe com isso de uma vez só.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

2. Chore.

Sincera e honestamente, não é que eu não goste de chorar, é que sou um pouco seletiva com meus choros (“isso não vale a pena”, “aquilo vale.”) No final das contas, é só orgulho mesmo. O que não vale a pena é o bolo entalado na garganta. Então arrume um lugarzinho onde ninguém consiga te achar e se acabe — chore pelo que você quiser, não seja tão critica quanto ao que é um bom motivo ou não. Se quiser, depois, corra para a pia mais próxima ou ponha uns óculos escuros ou passe maquiagem por cima. O que importa é que você provavelmente estará sentindo-se mais leve.

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3. Você tem uma playlist de emergência? Se sim, ouça-a. Se não, sem problemas.

Escolha seja lá o que te faça se sentir melhor (do que você precisa agora? Se distrair? Se animar? Que alguém cante para você tudinho que está no seu ❤? Ou te conforte?), deixe a música te levar (dance, ou cante alto no chuveiro ou baixinho no busão), e ouça quantas vezes você estiver a fim.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=videoseries?list=PLLvSJl9hN-_7GaDyroRjjeXsj4jeyOWz1]

em caso de o Motivo ter nome e sobrenome…

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=videoseries?list=PLLvSJl9hN-_7yf0ZLXAZ-Yx5I4SeGZ0eV]

4. Extravase.

Cuidado, pelamordeDeus. Se você puder, grite e abafe com uma almofada, rasgue papel, se sacuda, pule e se bata nas paredes, etc. Contudo, entretanto, todavia, se você quebrar alguma coisa de valor (financeiro ou sentimental), machucar-se ou machucar alguém, você vai acabar com outro problema, então… certifique-se de que seja lá o que você faça seja seguro. 

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5. Dê um trato no visual.

Tome um banho (sempre bom) (quente ou frio, dependendo da sua preferência) e vista uam roupa confortável. Depois, cuide do seu corpitcho como você achar melhor (seja indo ao salão de beleza, ou só lavando os cabelos em casa, ou fazendo exercícios físicos ou adotando, nem que seja por um dia, uma alimentação mais saudável.)

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

6. Divirta-se. 

Saia da rotina – ela tem de ser o melhor para você, não o contrário. Faça algo que você sempre quis fazer mas nunca teve tempo ou disposição. Faça algo do qual você sente falta por causa da correria nossa de cada dia. Ou até continue na sua rotina, só dê um up nela.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.
Se divertir não é difícil.

7. Converse com alguém.

Nem que seja só para desabafar em vez de também pedir conselhos. Ou sequer toque no assunto, só chame seus best friends (traduzindo: melhores amigos) ou o love e dê uma fugida de seja lá o que estiver por trás da sua Bad.

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8. Escreva.

Se abrir o jogo não for uma opção, papel ou documentos do Word não julgam. Escreva tudo que você está sentindo, fale de todo mundo, fale de você, largue tu-di-nho. Depois, guarde ou delete ou queime de maneira dramática como se lá se fossem todas as energias negativas. Se você não souber o Motivo (rola dessas no terceiro ano. O Motivo é todos os Motivos), escrever pode te ajudar a descobri-lo.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

9. Perdoe-se. 

Benzinho, você tem de perdoar a você mesma pela sua parcela de culpa no Motivo (mesmo que, caso haja algum envolvido, ele(a) não tenha te perdoado ainda). Não é esquecer, é tirar o máximo de aprendizado possível desse erro e seguir em frente, não ficar remoendo ou se maldizendo ou resumir sua existência inteira a alguns erros. Você vai se perdoar um dia, mas é melhor que esse dia chegue o quanto antes.

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Os piores erros são os dos quais você nunca aprende.

10. E por fim… reaja. 

É o seguinte:a Bad é inevitável mas temporária. Um dia, assim como quem não quer nada, você vai ter de se desconectar do Netflix e sair de casa de novo, e talvez outra Bad te dê o bote um tempo depois mas a vida é assim, não dá para você parar ou se imaginar indo embora para Pasárgada o tempo todo. Pense um pouquinho: será mesmo que o seu problema não tem uma solução ou uma maneira de minimizar os danos? (Exemplo: se o Motivo tiver nome mesmo que você não saiba o sobrenome, pesquise no Google “população mundial” e pergunte-se qual você prefere? Ouvir Lana Del Rey olhando para as estrelas ou dar uma olhadinha em alguns dos 7 bilhões de ser humaninhos por aí?)

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Como vocês saem da bad? Elas acontecem muito? Se esse post te deu uma ajudinha e/ou se você gostou, curta e compartilhe para ele ajudar mais ser humaninhos.

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Dicas de Estudo

Como aprender com os seus erros se você se deu mal na prova

By on outubro 2, 2016

Interprete o poema…. as fases assexuada e sexuada das angiospermas… π³ . R (ax + b) + 3 + 2i…

Se deu mal na prova? Nada de pânico. Você ainda pode com seus erros e dar a volta por cima.
Você parece o meu próximo erro. (giphy.com)

Galera, é impossível viver sem cometer erros, ainda mais no Ensino Médio. Contudo, entretanto, todavia isso não é necessariamente ruim. Euzinha, no fim das contas, posso até aprender de verdade um conteúdo, mas na hora H, lembro primeiro das questões que errei e aprendi como se resolvia para nunca mais errar de novo.

      E, como eu disse, é quase impossível fechar todas as avaliações/atividades da alfabetização ao terceiro ano, então, mesmo que você se culpe (o que, ao invés de adiantar alguma coisa, só vai te estressar), não passe muito tempo se lamentando. Ainda há as finais e, sim, o vestibular do ano que vem (que não é um bicho de 7 cabeças/sentença de morte/a prova de que você nunca vai ser nada na vida como dizem por aí.)

  1. Se você não estiver correndo contra o tempo, durma no assunto.

No sentido conotativo da expressão — ou seja, espere um pouquinho para rever a(s) questão(ões). Depois da aula é outro momento, agora você ainda acha que a alternativa errada é a certa ou que C de Certo e D de Deus são os melhores chutesDê um tempinho (inho mesmo) para você esfriar a cabeça em vez de corrigir suas respostas com pressa.

Se deu mal na prova? Nada de pânico. Você ainda pode com seus erros e dar a volta por cima.
O sentido denotativo. (giphy.com)

2. Por que você errou? 

Releia a questão toda (o enunciado, as alternativas caso seja uma prova fechada, e a sua resposta). Se você perceber o erro à primeira vista e ele tenha sido simplesmente falta de atenção (acontece), revise as questões da próxima vez. Se você não souber ou não tiver certeza de qual tenha sido o erro mesmo depois de reler 3768 vezes e tentar resolver por um monte de ângulos diferentes, está na hora de chamar os reforços.

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Talvez eu tenha cometido um erro terrível. (tenor.co)

 3. Tire as dúvidas com seu(sua) professor(a).

Só não espere passar duas semanas e outra prova para tirar suas dúvidas. De prefêrencia, faça isso assim que possível, da próxima vez que você tiver aula com ela(e), ou o caderno de questões estiver na sua mão e você encontrá-la(o) no corredor, ou (sem vergonha) se ela(e) estiver na sala dos professores.

Se deu mal na prova? Nada de pânico. Você ainda pode com seus erros e dar a volta por cima.
Vamos, façam perguntas. Isso é tão estranho. (futurerising.com)

4. Refaça a questão.

Agora que você já sabe porque errou, dessa vez tente acertar (se não, nem tudo está perdido. Continue lendo esse post). De preferência, espere mais um tempinho para certificar-se de que você aprendeu mesmo. Mas assim, não se engane: se você se lembrar da alternativa certa, não a marque e dê a questão como resolvida até que você saiba porque ela está certa.

Se deu mal na prova? Nada de pânico. Você ainda pode com seus erros e dar a volta por cima.
Faça de novo. Mais uma vez. Por favor. (nbcthevoice.tumblr.com)

5. Pesquise a resolução e estude-a.

Se você tiver um tempinho de sobra/não tiver conseguido resolver a questão de jeito nenhum, pesquise na Internet ou no grupo da sala do WhatsApp ou pessoalmente entre seus coleguinhas (se for uma questão de exatas, de preferência, estude mais de uma resolução, tanto no caso de você não entender direito, quanto para você ter mais uma carta na manga). Estude-a — a menos que ela seja bem simplesinha, não dê uma olhada rápida e pronto, certifique-se de que você entendeu cada etapa. 

Se deu mal na prova? Nada de pânico. Você ainda pode com seus erros e dar a volta por cima.
(makeagif.com)

6. Dê a volta por cima.

O seu erro teve a ver com a questão em si ou com o conteúdo? Se você havia aprendido o conteúdo, mas a questão era, como dizem por aí, barril, pergunte ao seu(ua) prófi qual era o nível (fácil, médio, difícil) e o modelo (FUVEST, ENEM, etc.) da questão e resolva outras tanto parecidas quanto piores. Se foi o conteúdo que te pegou, revise-o tirando dúvidas com seus coleguinhas e prófis, pela Internet ou pelo seu módulo. É de suma importância que você não erre a mesma coisa na próxima prova. Se for para errar, cometa um erro novo que venha com uma nova lição.

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Nunca cometa o mesmo erro 2 vezes. (reddit.com)

Vocês corrigem as questões erradas ou deixam pra lá? Se esse post te deu uma ajudinha e/ou se você gostou, curta e compartilhe para ele ajudar mais ser humaninhos.

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Dicas de Estudo

Como selecionar argumentos para a redação

By on setembro 25, 2016

Senhoritas e senhoritos. Agora que vocês já tem os argumentos, vejamos o que é que vocês farão com eles. (In)felizmente, não tem lugar para todo mundo, então, como diz uma regra básica da escrita de ficção, kill your darlings (em português não-literal: desapaixone-se do seu texto.)  

     Eu sei. Eu sei… é aquela citação, aquela informaçãozinha que ninguém mais deve saber, aquela frase que my God (em português: meu Deus) será que fui eu mesma que escrevie tudo isso cai como uma luva… para outra redação. Nada de chororô, benzinhos. De NADA adianta argumento se for mais te atrapalhar do que te ajudar (lembrente: fugir do tema é passível do desconto de muitos pontos e, dependendo do grau, de zero.) Na verdade, não dá para comparar argumentos de redações diferentes, então escolha o melhor argumento para a sua redação. 

Que tipo de argumentos fazem uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Não é você. Sou eu. Mas é principalmente você. (smosh.com

Então, antes de incluir um certo argumento na sua redação, pergunte-se: 

  1. Faz sentido? 

Dã. Mas é claro. Se não eu teria escolhido outro, né? Parece óbvio, sim, mas só parece. O(a) corretor(a) não lê seus pensamentos, não sabe sua história de vida nem no que você acredita. Certifique-se de que, antes de mais nada, os argumentos tenham pé, cabeça e mais um pouquinho (nada de achismos), e de que o que você escreveu seja exatamente o que você quis dizer.  

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Com todo respeito, isso não faz muito sentido… (giphy.com)

 

2. Foge ao tema?

Benzinhos. TODO CUIDADO É POUCO com esse pequenino grandinho aspecto. Certifique-se de que o argumento (na verdade, a redação inteira), não só tem a ver, mas tá dentro do que exatamente o vestibular quer de você (por exemplo, no ENEM de 2013, não pediram para você escrever sobre a Lei Seca e sim sobre os efeitos dela, especificamente.)

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
(tenor.co)

3. Precisa mesmo? Se não, vale a pena?

Se vocês são como eu e detestam loose ends (em português não-literal: ideias inacabadas e/ou soltas),  confudem clareza com aprofundamento, os quais não necessariamente tão relacionados; e/ou querem usar 278 argumentos em 30 linhas. Contudo, entretanto, todavia, é melhor você ter 2 argumentos bem-desenvolvidos do que 5 superficiais (que nem seu(s) mozão(ões): qualidade acima de quantidade.) Vale mesmo a pena incluir aquela informaçãozinha a mais? Dá para resumi-la amarrando tudinho no final?

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Sem arrependimentos. (tenor.co)

 

4. É adequado para o gênero no qual você está escrevendo?

Os gêneros textuais podem ser parecidos (exemplos: reportagens e notícias) mas também podem ser totalmente diferentes na estrutura, no vocabulário, na maneira como o tema é abordado. Imagine só: dados estatísticos numa crônica, poesia num relatório e um relato em primeira pessoa numa dissertação-argumentativa. Use seu instinto de leitor e dê uma pesquisada básica no que faz cada gênero único (sugestão de resuminho.)

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Encontre o elemento estranho. (lockerdome.com)

5. É complexo demais?

De nada adianta você levar linhas e mais linhas explicando um argumento em vez de sustentando-o, ou usá-lo só para que seu texto pareça (só pareça mesmo) um daqueles textos levemente complicadinhos que citam três filósofos ao mesmo tempo e cujo(a) autor(a) aparentemente tomou sopa de letrinhas demais. Provavelmente você vai acabar confundindo em vez de impressionando o(a) corretor(a). O mesmo vale para o vocabulário: particularidade vale tanto quanto, senão mais, do que idiossincrasia.

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Informação demais! (imgflip.com)

6. Você consegue dar conta dele?

Gente, não há vergonha nenhuma em você não ter repertório ou escreva bem o suficiente para desenvolver um certo argumento. Acontece e você não é obrigada a ser a reencarnação de Clarice Lispector. Só use um argumento se você souber que consegue desenvolvê-lo, sustenta-lo e conclui-lo. Por exemplo, fazer uma retrospectiva histórica só é uma boa quando você sabe exatamente do que tá falando.

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Resolvido. (giphy.com)

 

7. Ele dá um up no seu texto?

Não é que você não possa usar argumentos convencionais (o que são argumentos convencionais? Bom, o que todo mundo com certeza vai falar sobre aquele tema), mas por que não bolar uma proposta de intervenção que envolva toda a sociedade ou cada uma das pessoas em vez de tipicamente deixar tudo para cima do governo? Eu sei que, dependendo do tema, não é tão fácil ver a situação por outro ângulo; por isso, vale a pena pesquisar não só um pouquinho mais bem como diferentes pontos de vista sobre um mesmo tema (onde? Como? Dê uma lida no post passado.) Só cuidado para não se desviar demais da proposta de redação.

De que tipo de argumentos é feita uma boa redação? Veja como selecioná-los.
Jaqueta = seu argumento. Ser-humaninho fashion = sua redação. (thegloss.com)

8. Ele segue a linha de raciocínio do seu texto?

Se o seu segundo argumento não tiver ligação direta com o primeiro (exemplo: causa e consequência), certifique-se de que você concluiu o primeiro e só então comece a escrever sobre outra coisa. Além disso, mantenha seu ponto de vista. Isso não quer dizer que você não possa apresentar os 2 lados da moeda (contudo, entretanto, todavia se a proposta de redação pedir o seu posicionamento, no fim das contas, você tem de escolher um lado), e sim que você não pode mudar de lado do nada (exemplo: defender, no D2 (2º desenvolvimento), a regulamentação da publicidade infantil mas no D1, você tinha defendido que a responsabilidade é apenas da família.)

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Preocupo-me com o que vem depois. (rebloggy.com)

9. É seu mesmo? 

Sem mais delongas, nada de Ctrl C + Ctrl V. Não é que você não possa concordar com um argumento de outra pessoa e usá-lo na sua redação a partir das suas reflexões (e suas palavras) sobre ele, mas nada de copiar o que um(a) articulista do HuffPost escreveu sem nem saber direito o que ele(a) quis dizer, ou um argumento de um textão que seu amigo postou no Facebook e você nem sabe se ele sabe do que está falando. Parafraseando o tio Ben de Homem Aranha: com grandes ou pequenas palavras, vêm grandes responsabilidades. 

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Obrigada, ele é meu. (tumblr.com)

Como funciona a sua seleção de argumentos? Você tem dificuldades com ela? Se esse post te deu uma ajudinha, curta e compartilhe 🙂 

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Dicas de Estudo

Argumentos para a redação: Onde vivem? De que se alimentam?

By on setembro 16, 2016

Senhoritas e senhoritos. Vocês podem escrever um texto orto e gramaticalmente im-pe-cá-vel, mas NADA nessa vida vai salvá-los se vocês não tiverem ARGUMENTOS. Agora, assim, né, não é para largar qualquer migué e ver se cola… na verdade, depois de lerem esse post stalkearem os temas (tão eficientemente quanto se stalkeia um crush), vocês vão, em vez de remediarem, previnirem-se. 

      Mas COMOOK, existem aqueles temas – os que vieram do nada ou os totalmente subjetivos que tem o mesmo efeito psicológico da prova de exatas do ITA (don’t worryaté esses tem jeito.) Felizmente, a maioria faz parte do nosso cotidiano, indireta ou diretamente, então os argumentos estão por aí, esperando por vocês. 

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Ás vezes começo uma frase e nem sei para onde ela está indo. Só espero achá-la no caminho. (weknowmemes.com)
  1. Nas aulas.

Se você tem aulas temáticas de redação, aproveite o máximo possível, até porque mesmo que o tema que seu(ua) professor(a) escolheu não caia no vestibular, existe aquela chancezinha significativa de ele (o tema, não seu prófi) cair na sua prova da escola ou ser tratado em uma questão de outra disciplina. 

Os possíveis temas de redação te deixam sem palavras? Não se preocupe. Ainda falta um tempinho para a maioria dos vestibulares.
(tumblr.com)

2. Em palestras.

Palestra? Tá doida, mulher? Preciso estudar! Sim, de fato, é verdade. Contudo, entretanto, todavia, mesmo acumulando um pouquinho pro fim de semana, você vai ganhar conhecimento sobre determinado tema partindo de um especialista, você vai ter a oportunidade de tirar suas dúvidas ou compartilhar reflexões. O conteúdo formal, benzinho, todo mundo sabe (saber é uma palavra forte, mas o que vale é a intenção, né?), mas só algumas pessoinhas foram para a palestra. 

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(emilytalmage.com)

3. Em artigos de opinião.

A gente aprende praticando, mas a gente também aprende assistindo a outros praticarem. Leia um montão de artigos de opinião (por exemplo, em revistas ou em jornais), não necessariamente sobre um tema de redação. Quando você ler, preste atenção no que te leva a concordar (ou discordar. Dica bônus: leia opiniões contrárias à sua também) do articulista, seja o argumento em si ou como o argumento foi apresentado/construído. 

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(harrypotter.wikia.com)

4. Em textos não-argumentativos.

O gênero mais comum cobrado em vestibulares é a dissertação-argumentativa, logo um texto simplesmente expositivo pega mal. Mesmo assim, artigos científicos  e outros textos não-argumentativos (leis, por exemplo) são bastante úteis para te dar as informações que vocês precisam para construir seus argumentos, só tenha cuidado com a fonte.  

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(booksandchardonnay.com)

5. Em filmes, em livros ou em seriados.

Além de filmes/livros/seriados serem uma fonte de citações, você pode pensar em um argumento (concordante ou discordante) ou em uma proposta de intervenção para uma determinada situação ao testemunhá-la (Dica bônus: se você, por acaso, mudar de ideia, saiba direitinho como o(a) autor(a) provocou isso.) Por exemplo, dá ou não dá para refletir um bocadinho sobre o combate ao tráfico de drogas assistindo Tropa de Elite? Ou sobre um montão de coisas lendo 1984? Mas, assim, gente, foquem mais no argumento do que no filme/livro/seriado em si. O que vale é a sua reflexão sobre a obra, não a do(a) criador(a) dela. Além disso, vai que o(a) corretor(a) nunca ouviu falar da obra.

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(persquare.com.ph)

6. Na música ou na poesia.

Na verdade, na verdade mesmo, é bem complicadinho (margem de erro do impossível) usar uma poesia/música para sustentar um argumento, mais por causa da tamanha subjetividade da maioria do que por artigos científicos terem mais a ensinar (questionável). O que você pode fazer é usar trechos de música/poesia para dar um tchan na sua redação, para introduzir ou concluir um argumento, para dar fluidez ao texto ou para trazer o ponto de vista de outra pessoa sobre o tema. 

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(totalfilm.tumblr.com)

7. Na sua experiência de vida.

É mais ou menos o mesmo que você pode fazer com filmes/livros/seriados. Você já teve contato com algum ou algo relacionado a um possível tema de redação, ou isso já passou, assim como quem não quer nada, pela sua cabeça? Pense com (a) cuidado (b) carinho (c de certo) as duas anteriores .

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Qual é o problema da minha vida?! (thementaliz.tumblr.com)

8. Nas de outras pessoas.

Debata com outras pessoas, as mais diferentes entre si possíveis, sobre diversos temas de redação. O que elas pensam sobre isso? Elas pensam o mesmo que você? Se não, por quê? Se sim, é pelo mesmo motivo que você ou elas pensaram algo diferente? Não necessariamente acredite em tudo que ouve, mas, quanto mais opiniões diferentes você escutar e mais conhecimento você tiver na manga, mais improvável de seu argumento cair no senso comum ou ser superficial.

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(lovethisgif.com)

 

10. Ou junte mais de uma disciplina.

Qualquer uma. Isso mesmo, não apenas as ciências humanas. Isso é especialmente útil em temas ambientais (exemplo: agrotóxicos) ou relacionados à saúde pública (exemplo: a zika), e até em temas filosóficos (usei a teoria de seleção natural de Darwin em uma redação sobre a necessidade de os seres humanos se renovarem).

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(knowyourmeme.com)

Vocês têm dificuldade de argumentar nas suas redações? De onde vêm seus argumentos? Se esse post te deu uma ajudinha, curta e compartilhe 🙂 

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