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Superando a bad em 10 passos

outubro 9, 2016

Antes de mais nada, não há nada de errado em você se encontrar nesse estado. Pode até ser que haja pessoas com problemas mais sérios do que o seu, mas isso não quer dizer que os seus problemas não são importantes, ou que você é fraca ou que sua reação não é válida. Você é simplesmente um ser humaninho. As pessoas são diferentes. Estamos entendidas?

Muito bem. Vejam bem, as coisas do ❤ são muito mais inexatas do que obras de arte surrealistas, então não existe uma fórmula mágica para sair da Bad, permitam-me, então dar algumas dicas.

1. Curta a Bad um pouquinho.

Enterrar seja lá o que causou a Bad (chamaremos de O Motivo) pode ser uma solução à curto prazo mas tudo que vai volta. O Motivo pode nem ser mais tão importante assim, mas todas as reflexões que você deveria ter feito e todos aqueles feelings (traduzindo: sentimentos) dos quais você conseguiu se distrair voltam e com juros. Então, acabe com isso de uma vez só.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

2. Chore.

Sincera e honestamente, não é que eu não goste de chorar, é que sou um pouco seletiva com meus choros (“isso não vale a pena”, “aquilo vale.”) No final das contas, é só orgulho mesmo. O que não vale a pena é o bolo entalado na garganta. Então arrume um lugarzinho onde ninguém consiga te achar e se acabe — chore pelo que você quiser, não seja tão critica quanto ao que é um bom motivo ou não. Se quiser, depois, corra para a pia mais próxima ou ponha uns óculos escuros ou passe maquiagem por cima. O que importa é que você provavelmente estará sentindo-se mais leve.

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3. Você tem uma playlist de emergência? Se sim, ouça-a. Se não, sem problemas.

Escolha seja lá o que te faça se sentir melhor (do que você precisa agora? Se distrair? Se animar? Que alguém cante para você tudinho que está no seu ❤? Ou te conforte?), deixe a música te levar (dance, ou cante alto no chuveiro ou baixinho no busão), e ouça quantas vezes você estiver a fim.

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em caso de o Motivo ter nome e sobrenome…

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4. Extravase.

Cuidado, pelamordeDeus. Se você puder, grite e abafe com uma almofada, rasgue papel, se sacuda, pule e se bata nas paredes, etc. Contudo, entretanto, todavia, se você quebrar alguma coisa de valor (financeiro ou sentimental), machucar-se ou machucar alguém, você vai acabar com outro problema, então… certifique-se de que seja lá o que você faça seja seguro. 

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5. Dê um trato no visual.

Tome um banho (sempre bom) (quente ou frio, dependendo da sua preferência) e vista uam roupa confortável. Depois, cuide do seu corpitcho como você achar melhor (seja indo ao salão de beleza, ou só lavando os cabelos em casa, ou fazendo exercícios físicos ou adotando, nem que seja por um dia, uma alimentação mais saudável.)

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

6. Divirta-se. 

Saia da rotina – ela tem de ser o melhor para você, não o contrário. Faça algo que você sempre quis fazer mas nunca teve tempo ou disposição. Faça algo do qual você sente falta por causa da correria nossa de cada dia. Ou até continue na sua rotina, só dê um up nela.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.
Se divertir não é difícil.

7. Converse com alguém.

Nem que seja só para desabafar em vez de também pedir conselhos. Ou sequer toque no assunto, só chame seus best friends (traduzindo: melhores amigos) ou o love e dê uma fugida de seja lá o que estiver por trás da sua Bad.

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8. Escreva.

Se abrir o jogo não for uma opção, papel ou documentos do Word não julgam. Escreva tudo que você está sentindo, fale de todo mundo, fale de você, largue tu-di-nho. Depois, guarde ou delete ou queime de maneira dramática como se lá se fossem todas as energias negativas. Se você não souber o Motivo (rola dessas no terceiro ano. O Motivo é todos os Motivos), escrever pode te ajudar a descobri-lo.

Bateu a bad? Calminha, tudo passa, até a uva passa. Você pode lidar e ainda aprender com ela.

9. Perdoe-se. 

Benzinho, você tem de perdoar a você mesma pela sua parcela de culpa no Motivo (mesmo que, caso haja algum envolvido, ele(a) não tenha te perdoado ainda). Não é esquecer, é tirar o máximo de aprendizado possível desse erro e seguir em frente, não ficar remoendo ou se maldizendo ou resumir sua existência inteira a alguns erros. Você vai se perdoar um dia, mas é melhor que esse dia chegue o quanto antes.

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Os piores erros são os dos quais você nunca aprende.

10. E por fim… reaja. 

É o seguinte:a Bad é inevitável mas temporária. Um dia, assim como quem não quer nada, você vai ter de se desconectar do Netflix e sair de casa de novo, e talvez outra Bad te dê o bote um tempo depois mas a vida é assim, não dá para você parar ou se imaginar indo embora para Pasárgada o tempo todo. Pense um pouquinho: será mesmo que o seu problema não tem uma solução ou uma maneira de minimizar os danos? (Exemplo: se o Motivo tiver nome mesmo que você não saiba o sobrenome, pesquise no Google “população mundial” e pergunte-se qual você prefere? Ouvir Lana Del Rey olhando para as estrelas ou dar uma olhadinha em alguns dos 7 bilhões de ser humaninhos por aí?)

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Como vocês saem da bad? Elas acontecem muito? Se esse post te deu uma ajudinha e/ou se você gostou, curta e compartilhe para ele ajudar mais ser humaninhos.

*Imagem do StockSnap.io

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